Pedrinho sentia vontade de viver a vida. Vontade de viver tudo aquilo que a graduação, a vida ou quem sabe que empecilhos que essa vida afligiu sobre sua antiga vida. Pedrinho é aquele tipo de cara cheio de amor nesse seu coração meio gigante. Pedrinho é o homem de 23 anos que possui uma alma de criança, o sorriso mais torto que alguém poderia ter e 190 cm de pura sedução. Um dos poucos capricornianos que não possuem um pé no chão e que doa mais de si pros amigos do que de si a si mesmo. É sobre isso que eu nunca escrevi e venho aqui escrever. Escrever sobre aquilo que nunca observei mas que inferi. Ou talvez eu já tenha observado mas com os meus próprios olhos essa história, mas essa história é a história de uma parcela da minha vida. Quem tá aqui pra ler sobre a minha vida? Queremos saber sobre a vida de Pedrinho. Ou Pedrão já que ele é imenso. Pedrinho sente que não vive a própria. Por sinal, ele nem sabe bem o que é, o que gosta ou o que o faria feliz. Pedrinho vive a vida dos outros. Ele é um 'Zelig'. Ele se culpa por não viver a sua. Acredita ele que está na hora de tomar o controle da sua vida. Mas, como ele pegaria isso se ele nem ao menos sabe o que é essa vida? Não me entenda mal, mas o que a 'vida'? Sua vida? O que queres fazer, ser e conquistar? Quais seus planos pra amanhã? Quais seus planos pra depois disso tudo? O você quer fazer agora? Poderíamos dissertar sobre tudo que Pedrinho pode fazer. Pedrinho que experimentar e ao mesmo tempo não se arriscar. Ele beija, bebe, dança, se liberta, paga boquete, recebe boquetes. Vida, mas ele não se liberta. Há um freio em seu ser. Há dúvidas, mas há convicções. Há tanto para conhece-lo. Há tanto para mostra-lo. Você deveria mostrar a ele a vida. Ou 'você' deveria fazer isso. Ou ninguém talvez ajudasse nessa coberta. As pessoas podem até contribuir, mas ninguém além dele poderia tomar tal decisão. A decisão de viver o que há de ser vivido. Sentido. Do choro ao sorriso. Do belo ao feio. Do calor ao frio. Do bom ao mal. Captar tudo e processar em textos, lembranças ou o que eu mais gosto de definir, vida. Refletir sobre tudo que se é, o que foi e o que queria ser. Vê filmes. Discuti-los. Comer sushi. Andar de bicicleta. Ser o que der vontade. Somar pessoas pra viver tudo isso. Não ter ninguém para viver seus momentos vazios. Ler artigos. Ler o que vier o que der. Pedrinho deveria ser mais ele que eu ser eu. Pedrinho deveria descobrir o que é amar o que é. Talvez ele já, ele só deveria aprender ou descobrir, redescobrir o que é amar o que se quer ser.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Dih e o Gordo
Uma mensagem chega no meu celular. Olho. Aquele rapaz de quinta que eu conheci com os meninos. Diogo? Pedro? Não lembro ao certo. Respondo. Áudios vão e voltam. Recebo um dos desabafos mais fofos, lindos e sinceros que já pude ouvir. Li imaginando lágrimas caindo do seu rosto tão novo, liso e branco. Seu olhar perdido em lembranças enquanto aquele riacho de água salgada de dor descia.
Esse rapaz tem nome. Dih. Dih é uma pessoa verdadeira nesse mundo de bosta. Dih tem um bom coração, estuda sempre que pode e fuma seu Malboro. Há muito tempo Dih conheceu Gordo. Gordo é um rapaz que não conheço mas que parecia ser a pessoa mais encantadora aos olhos de Dih. Foi paixão assim que Dih olhou nos seus olhos e naquela sua frase tão marcante, que parecia tatuagem em sua mente "não fume quando estiver comigo". Gordo cativou seu coração. Gordo sempre queria mais e mais de Dih. "Quando vamos nos vê?", "Que dia tu pode?" ou "Pode ser aqui e casa?". Gordo sempre usava essas frases na maioria dos seus diálogos ou na maioria das vezes que eles se despediam ou cogitavam se vê. "Não sou desses que transa logo de cara. Ele me cativou aos poucos" disse-me Dih.
Ao passar dos dias, semanas e meses, Gordo parecia aquela arritmias do coração. Dih não sabia como agia ou o que fazer pro seu coração para de ser tão maluco. "É amor", Dih pensou. Não sei em quantas coisas ele já acertou nessa vida, mas nisso ele ficou imensamente certo.
...
Gordo ficou distante. A cada segundo ele parecia um passo mais longe de Dih. Dih parecia o parceiro barraqueiro. Que fez chilique. Fez o 'Catrina' num copo de cachaça (aquela bebida pra esquecer mal do coração). Dih ponderou e reponderou. Dih descobriu talvez uma das maiores mentiras da sua vida, redescobriu a dor do amor e ganhou um amigo (no caso dois por que me incluo nessa lista). Dih não suportou mais o silêncio. Não suportou essa falta. Dih mandou um dos maiores tetos que já li euqe ja vi alguém mandar pra alguém. Estamos falando de amor e nisso a gente erra feio em tentar prevê alguma coisa.
Então, gordo (se é que eu ainda posso te chamar assim), eu infelizmente tava te achando "encantador" (esse sou eu me perdendo nas palavras mais uma vez) por causa do jeito que tu transbordava ser quando estava comigo, pelo jeito que tu olhava, pelo jeito que tu perguntava “quando que a gente vai se ver de novo?” e isso piorou quando tu perguntou como que tava minha vibe. Me senti esperançoso, contente (eu acho), tanto é que respondi de uma forma bem nada a ver e quando tu reforçou a pergunta no outro dia, isso só fez aumentar, tanto é que esqueci de perguntar como que tu tava, vim fazer isso 1 semana depois. Logo após o rock in rio tu ficou diferente, eu ainda me pergunto o “porque”. Se afastou muito. Não tinha mais o “que horas tu larga?”, tava estranho. Aos poucos foi se afastando e eu ainda não entendo o motivo. Havia te chamado pra ir ao museu pelo fato de eu nunca ter ido e por também irem 2 amigas minha com os namorados dela, eu iria fica
r de vela. Não existe isso de “não gosto do lugar”, o que existe é “vou pela companhia”. Existe sacrifício quando se gosta de alguém, gordo, e isso é lindo de se ver. Meu chilique foi por esse motivo. Depois disso tu se afastou de vez. Eu pedia pra te ver, tu falava que tava ocupado, que isso e aquilo. Não chegou pra mim e disse “olha, não ta dando”. Ultima vez que a gente se viu, eu senti que ia ser a ultima vez. Sou meio sensitivo com essas coisas. Não rolou o “quando vamos nos ver de novo”. Depois disso tu “sumiu”. Pedi outra vez pra te ver e não rolou. Fico feliz por eu ter perguntado se eu ainda deveria pensar que tinha algo, porque se não tu iria continuar se afastando aos poucos, sem falar nada, isso de qualquer forma machuca, gordo. A viagem não é algo que atrapalha, como eu disse: quando se gosta de alguém, a pessoa se sacrifica.
Eu era o único a gostar, infelizmente. Uma coisa que eu aprendi é que devo me doar, mesmo que não seja recíproco. O amor é algo que não se deve cobrar a ninguém, porque é algo espontâneo. Ainda gosto e isso dói. Tem gente que esquece uma pessoa conhecendo outra, eu acho isso terrível. Eu esqueço ouvindo música, inclusive irei deixar uma abaixo desse texto que define aquele dia do open, que a gente se conheceu. Defini perfeitamente o momento e o que eu senti. Peço que escute com carinho. O nome da música é “Enchated”, da Taylor Swift.
Esse rapaz tem nome. Dih. Dih é uma pessoa verdadeira nesse mundo de bosta. Dih tem um bom coração, estuda sempre que pode e fuma seu Malboro. Há muito tempo Dih conheceu Gordo. Gordo é um rapaz que não conheço mas que parecia ser a pessoa mais encantadora aos olhos de Dih. Foi paixão assim que Dih olhou nos seus olhos e naquela sua frase tão marcante, que parecia tatuagem em sua mente "não fume quando estiver comigo". Gordo cativou seu coração. Gordo sempre queria mais e mais de Dih. "Quando vamos nos vê?", "Que dia tu pode?" ou "Pode ser aqui e casa?". Gordo sempre usava essas frases na maioria dos seus diálogos ou na maioria das vezes que eles se despediam ou cogitavam se vê. "Não sou desses que transa logo de cara. Ele me cativou aos poucos" disse-me Dih.
Ao passar dos dias, semanas e meses, Gordo parecia aquela arritmias do coração. Dih não sabia como agia ou o que fazer pro seu coração para de ser tão maluco. "É amor", Dih pensou. Não sei em quantas coisas ele já acertou nessa vida, mas nisso ele ficou imensamente certo.
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Gordo ficou distante. A cada segundo ele parecia um passo mais longe de Dih. Dih parecia o parceiro barraqueiro. Que fez chilique. Fez o 'Catrina' num copo de cachaça (aquela bebida pra esquecer mal do coração). Dih ponderou e reponderou. Dih descobriu talvez uma das maiores mentiras da sua vida, redescobriu a dor do amor e ganhou um amigo (no caso dois por que me incluo nessa lista). Dih não suportou mais o silêncio. Não suportou essa falta. Dih mandou um dos maiores tetos que já li euqe ja vi alguém mandar pra alguém. Estamos falando de amor e nisso a gente erra feio em tentar prevê alguma coisa.
Então, gordo (se é que eu ainda posso te chamar assim), eu infelizmente tava te achando "encantador" (esse sou eu me perdendo nas palavras mais uma vez) por causa do jeito que tu transbordava ser quando estava comigo, pelo jeito que tu olhava, pelo jeito que tu perguntava “quando que a gente vai se ver de novo?” e isso piorou quando tu perguntou como que tava minha vibe. Me senti esperançoso, contente (eu acho), tanto é que respondi de uma forma bem nada a ver e quando tu reforçou a pergunta no outro dia, isso só fez aumentar, tanto é que esqueci de perguntar como que tu tava, vim fazer isso 1 semana depois. Logo após o rock in rio tu ficou diferente, eu ainda me pergunto o “porque”. Se afastou muito. Não tinha mais o “que horas tu larga?”, tava estranho. Aos poucos foi se afastando e eu ainda não entendo o motivo. Havia te chamado pra ir ao museu pelo fato de eu nunca ter ido e por também irem 2 amigas minha com os namorados dela, eu iria fica
r de vela. Não existe isso de “não gosto do lugar”, o que existe é “vou pela companhia”. Existe sacrifício quando se gosta de alguém, gordo, e isso é lindo de se ver. Meu chilique foi por esse motivo. Depois disso tu se afastou de vez. Eu pedia pra te ver, tu falava que tava ocupado, que isso e aquilo. Não chegou pra mim e disse “olha, não ta dando”. Ultima vez que a gente se viu, eu senti que ia ser a ultima vez. Sou meio sensitivo com essas coisas. Não rolou o “quando vamos nos ver de novo”. Depois disso tu “sumiu”. Pedi outra vez pra te ver e não rolou. Fico feliz por eu ter perguntado se eu ainda deveria pensar que tinha algo, porque se não tu iria continuar se afastando aos poucos, sem falar nada, isso de qualquer forma machuca, gordo. A viagem não é algo que atrapalha, como eu disse: quando se gosta de alguém, a pessoa se sacrifica.
Eu era o único a gostar, infelizmente. Uma coisa que eu aprendi é que devo me doar, mesmo que não seja recíproco. O amor é algo que não se deve cobrar a ninguém, porque é algo espontâneo. Ainda gosto e isso dói. Tem gente que esquece uma pessoa conhecendo outra, eu acho isso terrível. Eu esqueço ouvindo música, inclusive irei deixar uma abaixo desse texto que define aquele dia do open, que a gente se conheceu. Defini perfeitamente o momento e o que eu senti. Peço que escute com carinho. O nome da música é “Enchated”, da Taylor Swift.
Dih abriu seu coração e não imagino que seja a primeira vez. Dih descobriu que tem gente que não sabe amar ou talvez que nem queira sentir isso. Que tem gente que não da a mínima pra gente. Pros nossos sentimentos. Pra nada.
Por Dih dá aquele grito ao mundo "Eu só queria sinceridade. Sinceridade é o principal de tudo.Queria que ele tivesse deixado claro desde o início". Era só isso. Um último pedido. Pena que não tem mais pedido. Tem só o Dih, seu coração partidos e todas as músicas de amores não correspondido que o mundo já criou.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Sweet Sex
Ele tocou todo meu corpo. Ele me beijou com mais força. Lambeu e beijou várias partes do meu corpo. A cada beijo, chupada ou lambida eu gemia com o prazer que tudo aquilo me proporcionava. Eu o queria em mim. Dentro de mim. Quero sentir o prazer do seu corpo unindo ao meu e o do meu corpo unido ao dele. Queria sentir toda a extensão do ser dele passando por mim, assim como toda a extensão do meu corpo fosse para ele. Ele ficou bastante excitado e eu me dei conta que o meu corpo o atraía, que enfim, alguém achava aquele corpo tão fora dos padrões sedutor. Com cada grama de gordura, pêlos e pele branca. Ele veio com mais desejo e nos unimos. Foram várias horas, vários gemidos, chupadas, lambidas, beijos e ternura. Ao dormir, ao seu lado, lembrei de que tudo aquilo não passava de prazer. Tudo que um ao outro queria era proporcionar prazer e deixar de lado uma certa carência que ambos tinham. Por fim, eu me levantei no outro dia, ele me deixou até a porta e me deu um beijo. Dei-lhe meu número caso quisesse me ver de novo. Ao chegar em casa estudei por quase 12 horas seguidas. Ao deitar e dormir, notei que sentia falta de um corpo ao meu lado me abraçando. Não sentia nem muita falta do sexo, sentia falta daquela companhia e daquele carinho terno de quando dormimos. Isso se chamava carência e eu não sabia que isso iria me proporcionar noites de insônias por isso.
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